consideramos que as civilizações, bem como as teorias de civilização, humanas não passam de sistemas altamente complexos, em que, para lá de energia, força, trabalho, se transmitem valores, ideias, cultura. como sistemas, e até prova em contrário, obedecem ao princípio da entropia, quer dizer, em toda a transmissão há perda, até se chegar ao ponto, mais ou menos cedo, em que o sistema finalmente falha. e, assim, impérios foram caindo, sistemas políticos foram-se substituindo até chegarmos ao presente. necessariamente, chegará o ponto de ruptura e assim por aí em diante. se (quando?) chegarmos ao fim da evolução dos sistemas humanos, restará o mero caos absoluto, antítese plena da civilização, logo, sem ordem, logo, sem entropia, logo, sem o dispositivo de auto-destruição. depois do caos não haverá lugar para a redenção, para o retorno a uma qualquer ordem. o caos é o fim silencioso para lá do descer do pano.
garatujado por Artur Semedo num delírio existencial derivado de cenas como
Decadentismo civilizacional ocidental,
Pessimismo esclarecido,
Teorias que enfim
Ai Portugal Portugal...
Brejeirice
Cãezinhos
Carcanhóis
Cinema
Decadentismo civilizacional ocidental
Desvios
Ele há coisas
Eleições
Esbanjamento
Esterqueira governamental
Estupidez humana
FCP
Futebol nacional
História
Linguagem
Livros de ler
Mais valia que deus nosso senhor me levasse
O gil vai voltar a ficar um bicho
O sistema está podre
Paradoxos
Pessimismo esclarecido
Piadas parvas
Poesia
Politiquices
Quotidianos
Recordar é Viver
Tenho demasiado tempo livre
Teorias que enfim
Tuguices
